quinta-feira, maio 25, 2006

Moranguita Jo

Parou tudo... sim, tudo e tudo... só para avisar que vou ser a próxima moranguita!!Ah pois é!!Sou gira, disparatada, passo por 17 anos (axo eu), sou muita maluka e ainda por cima tenho uma excelente voz, e poderei formar também uma banda super doida... e também tenho um blog!!eheh (a modéstia foi despejar o lixo!!)

Bem, mas outra grande ideia que tive, extraordinária mesmo (isto no seguimento de ir fazer um curso livre de teatro, quando surgir a nova edição, é claro) é poder fazer mimíca com os meus cegos!!!Curso de expressão dramática na delegação de Braga... ou me despedem de vez ou acham fantástico e começam a bengalar de felicidade...

Agora com os pés bem assentes no chão do 5º andar onde moro... amanhã é mais um dia de trabalho... a "formadeira" jo!!:)

terça-feira, maio 23, 2006

mãe da foca

quando alguém nos chateia muito muito, qual a saída mais airosa que se pode ter??hmmm??ora muito simples, com um sorriso nos lábios dirigimo-nos à pessoa em causa e dizemos: mãe da foca (mas muito rápido)!!eheh
ps: sem ofensa para as mães das focas

...

lalalalalalalalalalalalalalalalalalalalala
(agora todos juntos):)

segunda-feira, maio 22, 2006

Fotos do casório








O casamento foi lindo e muuuuuuuuuuuuito divertido!!!Não caí na Igreja ao ler o salmo (no refrão até olhava para a plateia)... a Cátia levou sapatos que diz que tinha saltos altos (apesar da demonstração durante o almoço não convencer muito, eheh) e passou de "encalhada" a "esposa chata" do Tiago (ehehe)... a Cris sempre agarrada ao telemóvel mas muito sexy... a Sónia sempre elegante e pronta para prestar os seus serviços... o Hugo com muito estilo e elegância (e muito ambientalista!!) ... o Tiago... esse grande maluco, que não se calava com a Laca e sempre rodeado das suas "babes"... os noivos estavam lindos, muito apaixonados e ao som da banda sonora de "Moulin Rouge" deram o nó com lágrimas nos olhos e muitos aplausos à mistura... reencontramos a nossa Vera, que já nem a reconheciamos e que já namora há 2 anos... é o q dá sair da nossa beira... todos nós à excepção dos noivos estamos encalhados e nem o bouquet calhou a uma de nós... eheh... se aos 30 anos o Tiago e Cátia estiverem sozinhos, já sabemos que iremos a um casamento... ao deles!!eheh
ficam aqui algumas fotos de um dia fantabulástico!!:)

quinta-feira, maio 18, 2006

Devir

domingo, maio 14, 2006

O meu bolo de bolacha!!!


Eis a loucura... eis o próprio... eis a bolacha encurralada entre natas e café... fiz o bolo de bolacha!!Está tão bom!!goodie!!A receita é outra e muito fácil de fazer... lá se vai a dieta, a ginástica... mas num faz mali, é tão bom!!!:)

segunda-feira, maio 08, 2006

Bolo de Bolacha

Apetecia-me mesmo comer uma fatia (de cada vez) de bolo de bolacha... deixo aqui a receita... quem fizer primeiro, faz favor de enviar para ACAPO de Braga em meu nome, senão as meninas da Secretaria ainda têm um ataque e comem tudo e os meus formandos ainda cheiram a bolo e depois não há nada para ninguém... eheh

Bolo de Bolacha
Ingredientes:
4 gemas
125 gr. de manteiga Primor
250 gr de açucar (fino, de preferência)
+/- 2 pacotes de bolacha maria
café forte
coco para ralar
Confecção:
Bate-se as gemas, o açúcar e a manteiga muito bem até a mistura ficar cremosa. Faz-se café forte. Passa-se as bolachas, uma a uma pelo café, não muito quente, e deixam-se arrefecer. Coloca-se uma primeira fiada de bolachas num prato, como por exemplo em forma de flor, e depois barra-se com o creme. Depois volta-se a colocar outra fiada de bolachas embebidas em café e depois o creme, e assim sucessivamente. Barra-se, por fim, todo o bolo por fora e polvilha-se com o coco ralado.
Notas: - O local onde irá fazer o bolo não pode estar calor, senão o creme começa a derreter e o bolo desmancha-se - As bolachas também têm de estar frias quando for meter o creme, pois caso contrário o creme irá derreter.

sexta-feira, maio 05, 2006

Lembrança

Faz hoje 6 anos que o meu avô morreu... apesar de já ter passado algum tempo, recordo-me de tudo o que fiz nesse dia, ao pequeno pormenor de saber o que jantei... há momentos que parecem eternos e que se se filmado seriam em câmara lenta... não sei porque falo disto agora, mas todos os anos nesta data revivo o que vivi e senti... hoje já revivo sem dor, mas com saudade... nunca me despedi do meu avô porque nunca pensei que partisse assim... quis pensar e acreditar que ainda iriamos satisfazer o seu desejo de regressar à terra e reencontrar as caras, os cheiros, as memórias perdidas de um tempo que já tinha passado e que vivi nas muitas tardes em que ele recriava as suas próprias vivências e nos transportava para o seu mundo... e eram tardes tão boas... ainda o vejo na entrada de casa com o seu cigarro e a sorrir... no último aniversário ele só desejou que gostaria de voltar daí a um ano a apagar as velas... mas as velas apagaram-se bem antes... só gostava de ter tido a coragem para me despedir, mas não fui capaz... e durante algum tempo e ainda hoje penso que ele poderá ter ficado triste por não ter ido vê-lo ao hospital, mas não posso mudar o passado... já não vale a pena pedir desculpa nem procurar justificações... aconteceu... mas só gostava de ter tido a oportunidade de voltar a vê-lo e dizer o quanto gostava dele e gosto... aprendi com ele em não deixar para amanhã o abraço, o mimo, o carinho das palavras adoro-te... mas no fundo sei que ele sabia o que sentia e isso conforta-me...

quinta-feira, maio 04, 2006

Quebramos os dois, TORANJA

Eu a convencer-te que gostas de mim,

Tu a convenceres-te que não é bem assim.

Eu a mostrar-te o meu lado mais puro,

Tu a argumentares os teus inevitáveis.

Eras tu a dançares em pleno dia,

E eu encostado como quem não vê.

Eras tu a falar para esconder a saudade,

E eu a esconder-me do que não se dizia.

Afinal...

Quebramos os dois afinal.

Quebramos os dois...

Desviando os olhos por sentir a verdade,

Juravas a certeza da mentira,

Mas sem queimar de mais,

Sem querer extingir o que já se sabia.

Eu fugia do toque como do cheiro,

Por saber que era o fim da roupa vestida,

Que inventara no meio do escuro onde estava,

Por ver o desespero na côr que trazias.

Afinal...

Quebramos os dois afinal.

Quebramos os dois afinal.

Quebramos os dois afinal.

Quebramos os dois...

Era eu a despir-te do que era pequeno,

Tu a puxar-me para um lado mais perto,

Onde se contam histórias que nos atam,

Ao silêncio dos lábios que nos mata.

Eras tu a ficar por não saberes partir,

E eu a rezar para que desaparecesses,

Era eu a rezar para que ficasses,

Tu a ficares enquanto saías.

Não nos tocamos enquanto saías,

Não nos tocamos enquanto saímos,

Não nos tocamos e vamos fugindo,

Porque quebramos como crianças.

Afinal...

Quebramos os dois afinal.

Quebramos os dois afinal.

Quebramos os dois...

É quase pecado que se deixa.

Quase pecado que se ignora.

Cucu

"Viver narrativamente: a psicoterapia como adjectivação da experiência"

"o mundo não é o que existe, mas o que acontece"

Partindo desta máxima, o indivíduo não é meramente espectador de si, mas actor dos seus próprios acontecimentos... "Viver narrativamente" é o que ando a ler... e começa com esta frase de um romance de Mia Couto... E apesar do livro que ando a ler ser escrito por um Óscar (Gonçalves), o meu Óscar tem dificuldade em perceber algumas partes, eu explico mas ele só quer comer, morder e dormir!!eheh

terça-feira, maio 02, 2006

Amizade

Aniversários, jantares, Avante, férias, jogos de futebol, encontros repletos de saudade e loucura... a nossa amizade aqui em retratos e muito além daquilo que as fotos possam reter...














































































Preparativos para o casamento

Não sou eu que caso (e caso fosse, claro que esperava por ti madrinha em casa sossegadita para me arranjares e me maquilhares e renovo a promessa de que farei os possíveis para fazer um copo de água sem ser num jardim público com rádio a pilhas e almoço volante com sobremesas em tupperware... apesar de achar que é uma forma bem mais prática e económica de se casar)... os meus dois amiguitos Rita e Bruno estão prestes a casar... e para além de andar louca à procura de prenda e de uns sapatos para usar (que vou fazer também o esforço que sejam com salto alto, mas não muito para não cair) agora irei também ler um texto na Igreja... para além de ir gaguejar e de me tremer os lábios, e de me faltar o ar ou concerteza me estatelar no meio do chão por causa dos sapatos novos... o casamento promete, e vai ser concerteza uma festa linda linda linda... não me deixo de me emocionar ao ver que um casal de amigos que vi crescer(eheh), e cujo namoro nasceu ainda quando tinhamos o hábito de ir só jantar ao chinês e pedir bitoques e clepes com simol de ananaz e quando o futuro ainda nos parecia tão distante e tão cheio de incertezas (ainda permanenecem algumas incertezas e não é que o futuro anda também sempre à frente, não o consigo apanhar!!!) e era a loucura naquelas aulas de Latim, as de História... ui ei sei lá, tantos disparates, tantas recordações... e agora passados 11 anos, partilhamos novos momentos, novos projectos, novos sonhos... este é sem dúvida um casamento especial, concerteza celebrar-se-á o amor daqueles ninos lindos, mas fica sempre a amizade do nosso grupo, transversal a tantos outros encontros que o futuro nos guarda...

A vizinha do andar de cima

Estou quase quase quase a decorar a letra toda da música Mentira de João Pedro Pais... a minha vizinha de cima é muito muito muito surda e partilha com o prédio as suas escolhas musicais... bem que podia mudar de repertório, já não aguento mais a mesma música... é que depois não é só o cantor que canta, ela, as amigas e sei lá mais quem cantam feitas malucas aos berros... depois há uma parte que só repete: mentira, mentira, mentira, mentira... por favor, estou quase a adoptar o método da Cátia de pôr um palito encravado na campainha do andar dela, para ela ver o que á a LOUCURA!!!eheh